EFICIÊNCIA DE USO DE TERMOFOSFATO DE ALUMÍNIO COMO FONTE DE FÓSFORO NA PRODUÇÃO DE FEIJÃO, EM SOLO INCUBADO

Marciana Cristina da Silva, Fernando Rezende da Costa, Wilson Mozena Leandro, Antônio Florentino de Lima Junior, Gisley de Souza Brito, Lara Rodrigues da Silva

Resumo


Uma das razões para a baixa produtividade do feijão no Brasil é a carência generalizada de fósforo nos solos, cujos teores são baixos, insuficientes para o pleno desenvolvimento das culturas. Assim, o fósforo é o nutriente mineral ao qual a produção de sementes de feijão apresenta a maior resposta na adubação. Neste contexto para avaliação a eficiência de fontes de fósforo na produção de feijão, foi conduzido ensaio em condições de casa de vegetação, envolvendo diferentes fontes fertilizantes fosfatado. O experimento foi instalado na Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia-Goiás. Os tratamentos consistiram em cinco fontes de fósforo, uma testemunha, sem P e dez repetições, totalizando 60 unidades experimentais. Sendo: T1- T_Yoorin - Termofosfato Yoorin; T2- FN_Arad - Fosfato Natural Reativo Arad; T3- ST - Superfosfato Triplo; T4- T_Al - Termofosfato de Alumínio em pó; T5- FN_Al - Fosfato Natural de Alumínio; T6- Test - Testemunha – sem adubo fosfatado. O ensaio foi iniciado com a incubação do solo com as fontes de fósforo durante 120 dias para avaliar a disponibilização do fósforo e aluminio no solo, depois foi semeada feijão. Os maiores efeitos residuais dos fertilizantes fosfatados aplicados no crescimento do feijoeiro foram obtidos pelo fosfato reativo de Arad, termofosfato de alumínio e superfosfato triplo. Refletindo na produtividade de grãos e no numero de vargens das plantas. Os fosfatos aplicados anteriormente nos vasos e encubados por 120 dias na cultura proporcionou efeito residual, pois interfere positivamente no teor de P foliar e na altura de plantas.

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